Movimento Basta quer que forças democráticas coloquem interesse do país acima de agendas partidárias
Vitrina, 16.02.2026 – O Movimento Basta – Convenção Social Democrática apelou todas as forças democráticas para que saibam elevar-se acima das diferenças, dar as mãos e colocar o interesse nacional acima de quaisquer agendas partidárias. “Neste momento particular em que o nosso país se prepara para novas eleições, a comissão política do Movimento Basta – CSD apela a todas as forças democráticas para que saibam elevar-se acima das diferenças, dar as mãos e colocar o interesse nacional acima de quaisquer agendas partidárias”, diz o Basta em comunicado, cuja cópia foi enviada ao Vitrina.
Neste comunicado de três páginas, o Movimento Basta sublinha que a Assembleia Nacional tem adotado “decisões corajosas e de grande alcance estratégico” no sentido de “reforçar a estabilidade institucional, aprofundar a democracia e dar respostas responsáveis e positivas aos diferentes desafios nacionais”.
O movimento liderado por Levy Nazaré sublinha que estas decisões representam “um passo importante para a consolidação do Estado de Direito Democrático, a dignificação do funcionamento das instituições republicanas e a construção de um futuro assente na transparência, responsabilidade e primazia do interesse nacional”.
Reunido em comissão política no último fim de semana para analisar a situação política interna à luz dos recentes acontecimentos ocorridos no país, o Movimento Basta alerta os militantes e a população para o que considera de “tentativas de manipulação da opinião pública atualmente em curso” e a “não permitir que a verdade seja distorcida”.
Ainda no comunicado o Basta lembrou os trágicos acontecimentos de 25 de novembro ocorridos no quartel do Morro e acha estranho que “quem, durante mais de dois anos nunca demostrou vontade nem disponibilidade de ver apuradas as responsabilidades, surja agora, em contexto de evidente desgaste político, frustrado e desorientado, tentando transferir culpas e reconstruir uma infundada e pobre narrativa que, hoje, a ninguém mais convence”.
“Nenhuma tentativa para sacudir água do capote pode substituir o dever de assumir responsabilidade perante a nação e perante a história”, defende o Basta, exortando os cidadãos a “manterem-se vigilantes, conscientes e firmes na defesa da verdade, da democracia e do Estado de Direito, rejeitando a manipulação, o oportunismo político e qualquer tentativa de reescrever os factos”.
M.B