Demissão do XVIII Governo foi exercício de responsabilidade institucional com objetivo de salvaguardar a estabilidade e reforçar a governação - PR

Demissão do XVIII Governo foi exercício de responsabilidade institucional com objetivo de salvaguardar a estabilidade e reforçar a governação - PR

Vitrina, 12.02.2026 – O presidente da república recordou hoje o ano de 2025 como marcado por “um período de relevância histórica e política, marcado por desafios exigentes, mas também por importantes avanços no plano nacional e internacional”.

Carlos Vila Nova que discursava num encontro de cumprimento do corpo diplomático, sublinhou que no plano interno “2025 ficou assinalado por decisões políticas relevantes tomadas no estrito respeito pela Constituição e pelos princípios do Estado de Direito Democrático”.

“A demissão do XVIII Governo e a subsequente nomeação do XIX Governo da República, incidiram-se no esforço de encontrar respostas mais eficazes e ajustadas aos desafios econômicos, sociais e financeiros que o país atravessa”, justificou.

O chefe de Estado disse que se tratou de “um exercício de responsabilidade institucional, com o supremo objetivo de salvaguardar a estabilidade, reforçar a governação e relançar a ação pública ao serviço dos cidadãos”.

No plano econômico, Carlos Vila Nova referiu que a promoção do desenvolvimento “manteve-se como prioridade central do estado, num contexto internacional adverso, marcado por tenções geopolíticas, choques econômicos e vulnerabilidades acrescidas para os pequenos estados insulares”.

“São Tomé e Príncipe manteve-se empenhado e implementar reformas estruturais, fortalecer as instituições e criar condições para um crescimento mais inclusivo e resiliente. A melhoria das finanças públicas e a sustentabilidade do setor energético, apesar dos desafios persistentes ligados aos custos de produção”, sublinhou.

Alterações climáticas, turismo sustentável, classificação da ilha de São Tomé como Reserva Mundial da Biosfera da Unesco e a inscrição do Tchiloli na lista do patrimônio cultural e imaterial da Unesco, mereceram também a menção do presidente da república no discurso dirigido aos embaixadores.

A decana dos embaixadores felicitou o presidente da república “pela elevação, elevado sentido de estado e pelo compromisso demonstrado no exercício das suas funções”.

“A sua liderança tem sido determinante para a preservação da paz social e da harmonia nacional, valores fundamentais para a consolidação democrática e para o desenvolvimento sustentável de São Tomé e Príncipe”, disse Diotina Carvalho, embaixadora de Cabo Verde.

A decana dos embaixadores em São Tomé e Príncipe alertou para “as perspetivas para 2026 particularmente exigentes e incertas” que alimenta “um sentimento generalizado de insegurança e imprevisibilidade quanto ao futuro da ordem internacional”.

E. Castro

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