Desmantelamento e detenção de dezenas de manifestantes travam onda de barricadas em Mé Zóchi
Vitrina, 27.03.2027 - O governo conseguiu refrear a onda de barricadas e vandalismos que tomaram conta do país nos últimos três dias e que culminaram com cerca de 30 detenções, 13 dos quais nesta quinta-feira 26. Durante os atos de vandalismo populares provocaram graves prejuízos, particularmente com a vandalização de um depósito de água no Distrito de Mé Zóchi, tendo perdido milhares de litros de água, que já é bastante escassa em quase todo o país.
Forças policias, militares e da proteção civil e bombeiros foram enviados para o terreno para desmantelar várias barricadas, que o executivo considera estar a comprometer a circulação de pessoas e bens e a tranquilidade pública.
Em comunicado divulgado na noite desta quinta-feira, o governo lembra que “barricadas e vandalismos não se enquadram nos mecanismos legais de expressão cívica e constitui crime nos termos do código legal”.
O executivo sustenta em comunicado “haver ligações destes atos a interesses organizados com objetivos de desestabilização”.
“Existem indícios preocupantes de mobilização e funcionamento de cidadãos para sustentar tais práticas, o que será objeto de apuramento rigoroso”, advertiu a ministra da Justiça, Vera Cravid que leu o comunicado do governo.
Executivo fala em “tentativa de criar instabilidade social ou de perturbar o normal funcionamento do país”, adiantando que forças de defesa e segurança “encontram-se no terreno para prevenir e garantir a manutenção da ordem pública sempre com respeito pelos direitos fundamentais”.
O executivo assegura que “todos os responsáveis por atos que violem a lei serão identificados e responsabilizados nos termos legais”, apelando a população para se abster de “ações que comprometam a paz”.
Informações apuradas pelo Vitrina dão conta que alguns elementos da população no norte do país também estão a preparar para atos semelhantes.
José Luís